Vácuo Convencional: acionamento da PCI sem ajuda de fingers ou qualquer dispositivo mecânico. Neste caso há vácuo sob a PCI e todos os furos na placa devem estar vedados com solda ou borracha. Ideal para placas simples.

Gate:
acionamento com auxílio de dispositivo mecânico e fingers. Não há vácuo sob a PCI. Não é necessário vedar qualquer furo da PCI. Permite acesso à PCI durante o teste. Ideal para PCI´s onde o vácuo não funciona.

Box: acionamento com auxílio de dispositivo mecânico e fingers. Há uma câmara de vácuo (vacuum box) sobre a PCI. Não é necessário vedar qualquer furo da PCI, porém a câmara (caixa) deve ser totalmente vedada. Ideal para fixtures complexos.

• Pneumático: acionamento com auxílio de dispositivo mecânico e fingers. No lugar do vácuo usamos pistões com ar comprimido para efetuarem o acionamento. Não é necessário vedar qualquer furo da PCI. Ideal quando não há sistema de vácuo ou precisa de mobilidade.

• Manual: acionamento com auxílio de dispositivo mecânico e através da força direta ou indireta do operador. Utilizado para fixtures com pequena densidade de agulhas.





Zero Flex: garante a não flexão das PCI´s complexas durante o acionamento dos fixtures.

Top Probing:
permite o acesso de pontos de teste pelo lado superior da PCI.

• Duplo Estágio: permite o teste ICT da PCI em um primeiro estágio e funcional (apenas parte das agulhas) em um segundo estágio.

Guided Probe: aumenta a precisão de acesso das agulhas durante o teste.

Dual Well: permite a instalação de duas placas, em câmeras de vácuo diferentes, no mesmo fixture. Utilizado para acelerar o tempo de teste enquanto uma PCI é testada, a outra está sendo posicionada pelo operador, zerando o tempo de cargas (handling).

ESD: prato revestido com película anti-estática e aterrado.




• Diâmetro: mínimo 22 mils
• Quantidade: mais de 4.000 pontos em geral
• Criticidade: mais de 1.000 pontos de 50 mils no  mesmo lado da PCI
• Em 2005 a ETS terá tecnologia para fixtures de 18 mils com 6.000 pontos. Consulte-nos

A ETS possui internamente um sistema de furação CNC in house (a primeira e única no Brasil em 2004) e equipe com 13 anos de experiência na programação e processo de furação. Todo o setup da máquina é voltado para o processo de furação de fixture para teste automático de PCI, controle especial de manutenção e calibração (mais preciso do que fabricantes de PCI) além de técnicas especiais para maior precisão para ítens críticos como furos de 50 mils e furos guia.

Nosso sistema CNC possui controle automático dos parâmetros de rotação, avanço e recuo da broca, além de sistema de posicionamento de coordenadas por leitor ótico (encoder linear) nos três eixos XYZ. A movimentação da cabeça de furação é sobre colchão de ar para redução de atrito.






• Com separação de cores para facilitar manutenção
• Uso de mapa de fiação prático (“Caminho de rato” ou Grid    para fixtures densos)
• Par trançado ou Short Wire para teste críticos






• Alta dureza para evitar desgates na produção
• Alta precisão para evitar desvios no acesso
• Grande variedade de diâmetros e comprimentos
• Guias de borda para placas mais simples ou com limitações  mecânicas.




• Kits ECT ou re-manufaturados pela ETS
• Contador de ciclos para indicar vida útil do fixture e controle de preventiva
Switch Probe para identificar ausência ou inversão de componentes
Insulated Probe para identificar terminais não introduzidos totalmente na PCI
Led Check para teste de cor e itensidade de Leds
BMP para marcar a placa testada e aprovada no teste.




BSA (Board Stress Analysis): A análise de stress na placa faz uma previsão das possíveis flexões que o fixture aplicará na PCI . Este teste é feito antes do fixture ser construído, permitindo um projeto mais elaborado e complexo do fixture.

Strain Gage: Teste da real flexão na PCI durante o acionamento do fixture. Este teste usa a mesma tecnologia de empresas como a Embraer para analisar o stress mecânico das partes através de sensores (gages) super sensíveis .